Luz.

Luz.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Meu solitário canto.

Que o destino me derrube mil vezes em meu caminho.
Eu vou levantar com o sol todos os dias.
Que a tristeza afunde minha alma no mar da amargura!
Eu vou sorrir às estrelas todas as noites.
Que as flechas da maldade atravessem meu coração!
Eu vou distribuir as rosas do perdão.
Que a maldição das trevas caiam sobre minha cabeça!
Eu vou espalhar a luz da candeia de meu coração.
Que as pedradas da ignorância sejam lançadas sobre mim!
Eu palmilharei os passos da sabedoria.
Que as vozes do inferno gritem em meus ouvidos!
Eu vou ouvir a voz sublime de Deus.
Que a dor desabe sobre minha vida impiedosamente!
Eu vou cantar a música da esperança.
Que o mundo afunde no lodo de sua perversidade!
Eu vou louvar a bondade.
Que a humanidade enlouqueça em sua iniquidade!
Eu vou disseminar a virtude.
Que a marca do mentira seja estampada em todos os rostos!
Eu vou sempre dizer a verdade.
Que a hipocrisia campeie impune nas estradas do mundo!
Eu vou sempre mostrar tudo às claras.
Que a humanidade continue a dormir seu sono modorrento!
Eu vou velar na senda dos despertos.
Que a tristeza dos desesperançados afunde multidões no lago da agonia!
Eu vou espalhar a joia da alegria.
Que a sombra escureça todos os recantos do mundo!
Eu vou servir a luz eterna de Deus.
Que a estupidez imbecilize toda a alienada humanidade!
 Eu vou difundir o conhecimento.
Que o universo inteiro agonize em sua prisão perpétua!

Eu vou seguir a trilha deixada por arcanjos nas constelações sem fim até o infinito, onde reina Deus, o amor, o bem e a verdade por toda a eternidade.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

As faces do mal.

O Mal tem muitas faces. Muitas delas são sutis para nós; não por que estas faces sejam imperceptíveis, mas por que não queremos enxergar. Preferimos ouvir as manhosas e falsas sugestões de nosso orgulho e vaidade a encarar a verdade e mudar nossa baixa índole, amiga do mal.
Esta cegueira universal, esta teimosia perversa é causa de muita dor e miséria, as quais desabam em nossa existência imputadas pela sábia e inexorável justiça de Deus.
A lei de Deus não se importa com nossa inconsciência. Ela devolve a todos nós os frutos de nossa semeadura. Todos colhem o que plantam.
O mundo está atolado em um mar de perversidade, injustiça, crueldade, vaidade, orgulho e outras tantas misérias. Mas não é por acaso que temos que suportar este estado de coisas. Não temos méritos para merecermos viver em um mundo melhor. Deus dá a todos o que merecem; se Ele cedesse algo a alguém sem esta pessoa merecer Ele estaria sendo injusto.
Não é difícil perceber por que há tanta dor no mundo. O ser humano é um poço de maldade, egoísmo, corrupção e baixeza. Todos os interesses humanos estão maculados pelo demônio, quase não existe no mundo instituições, organizações, empresas onde o diabo não tocou.
Este infeliz estado de coisas é devido ao amor ao mal presente em nosso coração. A inconsciência humana comete a todo o momento atos que são contra a inexorável lei de Deus. A alma humana comete muitas ações que ela pensa não haver maldade, mas que para Deus é uma ofensa à sua justiça eterna. Tal estado de coisas ocorre devido à inconsciência humana e à corrupção do coração humano.
O diabo aproveita-se deste fardo de perversidade e baixeza para corromper ainda mais a pobre e infeliz humanidade.
Não há efeito sem causa, diz o bom senso e a ciência. Todos as dores que desabam em nosso destino durante toda nossa existência são efeitos ocasionados por nossa maldade no passado, muitas vezes por erros cometidos inconscientemente.
A lei de Deus nos vigia a todo o momento; qualquer desvio, por menor que seja, será lançado como débito à nossa conta individual e no momento certo será cobrado inexoravelmente.
É a isto que a humanidade deve o fardo de dor e miséria que vive o mundo em sua caminhada.
Explorar o próximo, agir com desonestidade, preconceitos, discriminação, desrespeito, perversidade, egoísmo, falsidade e outras loucuras são deveras patentes e não necessitam ser apontadas, mas há outras ações que fazem parte dos costumes e cultura humana, as quais são totalmente desrespeitosas à lei de Deus, mas não são consideradas assim pela perversa e alienada humanidade.
Comer carne é um crime cruel, um desrespeito medonho à lei de Deus, o qual é punido com severidade pela justiça de Deus, por meio de doenças e outras dores marcantes.
Prender animais, mesmo que domésticos é outro crime à justiça Divina, o qual é punido inexoravelmente.
Alugar casas, parece inocente, mas não é, trata-se de exploração de uma condição infeliz do próximo, a qual acarretará dores a quem o fizer.
Explorar a ignorância e a estupidez humana por meio da mídia para vender produtos nocivos tais como bebidas alcoólicas, cigarros, alimentos nocivas à saúde, é um crime segundo a justiça de Deus que também é punido com severidade.
Enfim! São tantas as loucuras cometidas pela perversidade humana, mas a justiça de Deus vela sempre. Não se pode fugir à justiça Divina.

Por isto, não lamentemos quando deparamos com alguém chorando ou gemendo seu pesado fardo de dor sob o peso da justiça de Deus, é o preço pago para sua redenção sagrada, uma oportunidade doada pelo amor e misericórdia Deus.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Belíssima oração de Francisco de Assis.

Senhor!

Fazei-me instrumento de vossa paz;
onde houver ódio, que eu leve o amor;
onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
onde houver discórdia, que eu leve a união;
onde houver dúvidas, que eu leve a fé;
onde houver erro, que eu leve a verdade;
onde houver desespero, que eu leve a esperança;
onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
onde houver trevas, que eu leve a luz;

Oh, Mestre!
Fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado;
pois é dando, que se recebe;
é perdoando, que se é perdoado;
e é morrendo, que se vive
para a vida Eterna.
                                 
    

               

Morte: um novo parâmetro.

Não afunde sua alma no mar da amargura quando alguém partir ao chamado de Deus.
Nossa morada definitiva é lá, aqui estamos de passagem por um breve momento.
Até que chegue o dia  em que todos os corações do mundo estejam convictos da vida após a morte, muitos sofrerão sob o peso de sua ignorância.
A morte é um fenômeno tão natural como o próprio nascimento. Pessoas morrem a todo o momento no mundo. A morte é um processo utilizado pela sabedoria de Deus para renovação eterna das coisas. Sem a morte não haveria renovação das coisas no mundo, o mundo estaria saturado apenas em algumas gerações.
O medo da morte não passa de um recurso utilizado pela sábia natureza de Deus para a preservação do indivíduo; pois o ser humano está sujeito a uma infinidade de acidentes que podem afetá-lo duramente. Por isto Deus criou o instinto de conservação, uma garantia para que o ser humano suporte as provações da vida até o seu tempo final.
Mas o medo da morte está também relacionado às causas profundas, vinculado a mistérios ocultos a sete chaves, revelado apenas às almas eleitas.
A maioria de nós no momento não merece compreender estas coisas; ela tem que se contentar com sua ignorância até o dia que Deus a ilumina com sua luz eterna.
A humanidade ainda terá que suportar suas trevas por um bom tempo, assim determina a justiça de Deus. Mas, Deus é mais amor do que justiça. Sua bondade infinita está acima de nossa miséria. Seu amor misericordioso cobre nossas trevas. Mesmo a mais vil e perversa criatura do mundo não está isenta de Sua misericórdia.
Esta misericórdia é a tábua de salvação para nossa miséria. É a ela que depositamos nossa esperança no momento mais solene de nossa existência.
O além é nossa morada definitiva, não choremos por ter chegado o momento da partida de alguém para a casa. Nosso dia também vai chegar, aí encontraremos quem partiu antes deixando em nosso coração o vazio da saudade.