Minha alma, qual um andarilho das estrelas, te procurava nos caminhos do tempo.
Penetrei na grande floresta fantástica e perguntei a todos os girassóis se haviam visto aquela que minha alma adora.
Os girassóis abriram suas folhas e apontaram para o céu.
Enveredei por sendas coloridas repletas de rosas gigantes que pareciam sorrir à minha passagem. O chão era dourado e cintilava maravilhosamente sob meus pés.
Encontrei uma pastorinha a brincar alegremente com seu gracioso rebanho de ovelhas. Era uma criança e tinha a inocência dos santos estampada em seu rosto. Perguntei-lhe se ela havia visto o amor de minha alma. Ela apontou-me para o céu.
Voltei a caminhar pela vereda dourada. Logo após uma curva acentuada deparei-me com um magnífico palácio edificado sobre o solo dourado e cercado por jardins imensos de uma beleza inefável. Flores lindas de cores vistosas e luminosas cercavam o palácio até perder de vista. Um portal gigante e luminoso estava diante de mim. Tão logo me aproximei, a porta se abriu e uma linda criança apareceu. Ela era pequena, seu rosto era muito bonito. Seu sorriso era cativante e seus olhos emitiam uma luz diáfana que se espalhava em volta de si causando uma deliciosa sensação de alegria, paz e bem estar. Como antes, eu perguntei-lhe se havia visto aquela que meu coração ama. Vi seu lindo rosto abrir-se em um delicioso sorriso e ela também apontar para o céu.
Seu nome era Corina, a feiticeira boa, ela me ofereceu uma poção mágica e disse que a poção tinha o efeito de curar a saudade que me atormentava e corroía meu coração.
Voltei à vereda e continuei minha busca. Encontrei logo adiante um castelo soberbo de dimensões gigantescas, suas torres pareciam atingir as estrelas. Haviam várias bandeiras brancas hasteadas em suas muralhas. Suas paredes eram de um material etéreo e também cintilavam. Era uma edificação grandiosa de encher os olhos e a alma de qualquer mortal.
Havia um guardião à entrada, o qual convidou-me a entrar. Ao ultrapassar a barreira gigantesca das muralhas e o portão cintilante, meus olhos maravilhados depararam com um imenso saguão onde havia telas magníficas nas paredes coloridas com uma cor desconhecida para mim e como tudo ali, também cintilava uma luz extremamente brilhante para meus olhos humanos. Estátuas lindíssimas de homens e mulheres de uma beleza sem par espalhavam-se por todo o saguão. Eram feitas de um material diáfano e pareciam ter sido esculpidas por um anjo.
No centro do saguão havia uma imagem em forma de quadro a qual sobressaía-se naquele ambiente.
Era uma tela gigantesca pintada com cores luminosas na qual havia a imagem de cupido, segundo a criação grega.
Uma criança de uma beleza estupenda carregava um alforje nas costas e segurava uma flecha.
Maravilhado com tudo o que eu via notei uma porta gigantesca se abrir e meus olhos espantados viram a mais fantástica visão de toda a minha vida.
Eu vi cupido! Não o bebê rechonchudo e lindo que eu vira na tela, mas um ser lindíssimo, o qual tinha a aparência de um ser humano, mas seu rosto, seu porte majestoso, eram de um anjo celeste. A sublimidade estava estampada em seu olhar. A beleza parecia espalhar-se por todos os poros de seu ser. Seus passos deixavam um rastro de luz azul que mais parecia o reflexo de algum sol gigantesco azulado.
Ele tinha asas belíssimas e sorria divinamente.
Ele carregava um pergaminho no qual eu li em letras graúdas: “O livro do destino.” Havia uma chave logo abaixo da frase e abaixo da chave a imagem daquela que minha alma ama e eu ao seu lado. A imagem estava sobreposta a um coração. Ao lado da chave estava escrito com caracteres brilhantes a palavra mais sagrada do universo: Deus.
E assim, você apareceu em minha vida.
Luz.
segunda-feira, 21 de março de 2016
sábado, 19 de março de 2016
Subconsciente e herança psíquica.
Quem lida com computadores já ouviu, ao menos uma vez, o termo “desfragmentação.” É quando o sistema corrige um computador quando ele fica repleto de “cacos,” fragmentos de arquivos espalhados, os quais dificultam muito o trabalho do sistema, tornando o sistema lento, afetando seu desempenho.
Podemos usar esta situação para estabelecer uma analogia com o que acontece em nossa cultura universal.
Todos tem que necessariamente sentir na pele, por assim dizer, a influência deixada por gerações anteriores à sua, às quais deixaram imprimidas na tela psicológica de nosso subconsciente os “cacos,” psicológicos e morais, os quais pesam muito em nossa economia psíquica, causando dificuldades, aborrecimentos e tormentos no dia a dia de todos nós.
Estes “cacos” são tendências inferiores, maldosas, verdadeiros lixos mentais, uma bagagem infeliz de misérias e perversidades que todos herdam.
É o preço da irresponsabilidade, do egoísmo e da inconsequência humana. Gerações e gerações do passado, despreocuparam-se de vigiar sua alma e não combateram o mal, deixando irresponsavelmente para as gerações seguintes. Estas gerações seguintes fazem o mesmo e assim o mundo caminha.
Aqui podemos chamar a atenção a um dos postulados fundamentais do espiritismo: a doutrina das vidas sucessivas. O espiritismo esclarece que todos nós evoluímos no tempo por meio de infinitas existências, reencarnações em várias épocas e lugares, nas quais a alma expia suas culpas, purifica-se no cadinho da dor e cresce espiritualmente falando, evoluindo intelectual e moralmente vida após vida.
O que não se faz em uma vida, far-se-á na seguinte.
Assim, os “cacos” a que nos referimos das gerações passadas, as tendências maldosas, egoístas e irresponsáveis imprimidas no subconsciente de todos são nossa própria obra em outros tempos. Aqui podemos admirar a inexorável justiça de Deus. Cada um colhe aquilo que planta, ninguém pode invadir o destino alheio.
Esta bagagem perversa que carregamos é o produto de nossa escolha individual. É o preço que pagamos por abandonarmos o caminho divino e abraçarmos o caminho das trevas, criação do diabo.
Em algum tempo de nossa história aconteceu uma tragédia de dimensões cósmicas, o universo cindiu-se e fomos exilados para o abismo tenebroso onde gememos, choramos, sofremos e enlouquecemos de dor.
As vidas sucessivas são um apanágio da previdência, sabedoria infinita e da misericórdia sublime de Deus. Uma oportunidade sagrada para purificarmos nossa alma, expiarmos nossas culpas, aprendermos e nos aperfeiçoarmos na estrada do tempo.
Esta viagem forçada é um roteiro obrigatório a todos nós, mas a misericórdia infinita de Deus não nos deixou entregues à nossa própria sorte. Seu amor infinito nos acompanha permanentemente nesta longa estrada. Ele nos ama incondicionalmente. Mesmo nas trevas terríveis do mal, Deus nunca nos abandona.
É a Deus que devemos atribuir nossa salvação nesta viagem. Sem Sua bondade infinita, sem Sua sapiência, sem Seu amor magnânimo, estaríamos afundados no mar de nossa maldade e enlouqueceríamos para sempre, cegos e amarrados às peias do diabo.
Podemos usar esta situação para estabelecer uma analogia com o que acontece em nossa cultura universal.
Todos tem que necessariamente sentir na pele, por assim dizer, a influência deixada por gerações anteriores à sua, às quais deixaram imprimidas na tela psicológica de nosso subconsciente os “cacos,” psicológicos e morais, os quais pesam muito em nossa economia psíquica, causando dificuldades, aborrecimentos e tormentos no dia a dia de todos nós.
Estes “cacos” são tendências inferiores, maldosas, verdadeiros lixos mentais, uma bagagem infeliz de misérias e perversidades que todos herdam.
É o preço da irresponsabilidade, do egoísmo e da inconsequência humana. Gerações e gerações do passado, despreocuparam-se de vigiar sua alma e não combateram o mal, deixando irresponsavelmente para as gerações seguintes. Estas gerações seguintes fazem o mesmo e assim o mundo caminha.
Aqui podemos chamar a atenção a um dos postulados fundamentais do espiritismo: a doutrina das vidas sucessivas. O espiritismo esclarece que todos nós evoluímos no tempo por meio de infinitas existências, reencarnações em várias épocas e lugares, nas quais a alma expia suas culpas, purifica-se no cadinho da dor e cresce espiritualmente falando, evoluindo intelectual e moralmente vida após vida.
O que não se faz em uma vida, far-se-á na seguinte.
Assim, os “cacos” a que nos referimos das gerações passadas, as tendências maldosas, egoístas e irresponsáveis imprimidas no subconsciente de todos são nossa própria obra em outros tempos. Aqui podemos admirar a inexorável justiça de Deus. Cada um colhe aquilo que planta, ninguém pode invadir o destino alheio.
Esta bagagem perversa que carregamos é o produto de nossa escolha individual. É o preço que pagamos por abandonarmos o caminho divino e abraçarmos o caminho das trevas, criação do diabo.
Em algum tempo de nossa história aconteceu uma tragédia de dimensões cósmicas, o universo cindiu-se e fomos exilados para o abismo tenebroso onde gememos, choramos, sofremos e enlouquecemos de dor.
As vidas sucessivas são um apanágio da previdência, sabedoria infinita e da misericórdia sublime de Deus. Uma oportunidade sagrada para purificarmos nossa alma, expiarmos nossas culpas, aprendermos e nos aperfeiçoarmos na estrada do tempo.
Esta viagem forçada é um roteiro obrigatório a todos nós, mas a misericórdia infinita de Deus não nos deixou entregues à nossa própria sorte. Seu amor infinito nos acompanha permanentemente nesta longa estrada. Ele nos ama incondicionalmente. Mesmo nas trevas terríveis do mal, Deus nunca nos abandona.
É a Deus que devemos atribuir nossa salvação nesta viagem. Sem Sua bondade infinita, sem Sua sapiência, sem Seu amor magnânimo, estaríamos afundados no mar de nossa maldade e enlouqueceríamos para sempre, cegos e amarrados às peias do diabo.
quinta-feira, 17 de março de 2016
Alegria: um novo parâmetro.
Todos temos a obrigação de cultivarmos a alegria. Palavras um tanto incabíveis em determinadas situações, mas nem tanto.
A alegria é um dom divino. Não aquela alegria inferior, rebento das trevas, filha da inconsciência irresponsável e sim aquela alegria saudável, filha da luz.
As crianças são um exemplo marcante de como a alegria enfeita a existência humana.
O sorriso e a alegria naturais da criança é um convite de Deus à esperança divina. A criança quando sorri a um adulto está transmitindo aquela luz maravilhosa, a qual provém da mesma fonte que ilumina todas as estrelas do céu.
Esta relação entre sorriso infantil e esperança salta à vista quando se observa a total dependência e carência da condição infantil. Parece existir uma confiança natural, totalmente espontânea na sabedoria de Deus, na vida. Isto lembra muito a alegria dos santos.
Os santos eram alegres. A dor nunca abateu a alegria dos santos. Eles deixaram uma mensagem sublime, uma estrada encantada e divina para o céu sob a égide da alegria. Os santos transformaram sua dor em trampolim para a alegria.
Esta alegria atrai os anjos. Por isto a infância sempre foi considerada par a par com os anjos.
A existência humana e suas mil dores, suas lutas, suas lágrimas e angústias, é um campo muito pouco propício para o cultivo da alegria. Mas, quanto mais infeliz e dura for uma situação, maior é o mérito de cultivar a alegria.
Basta observar as crianças, elas não ficam tristes por muito tempo. Seu coração ainda virgem abre-se espontaneamente ao convite e ao amparo de Deus.
Não é apenas inconsciência, não é apenas desconhecimento da infeliz realidade humana, é antes a pureza, a confiança, a fé sem maldade que se abre à luz divina, a qual provém do coração infinitamente bondoso de nosso Pai Celeste.
Um dos maiores tropeços da humanidade, um dos maiores erros de nossa condição é o abandono voluntário a esta fonte pura e sublime que está implantada no coração de todos, mas o tempo, a perversidade do mundo e a natural maldade humana, filha do diabo, porfiam por aniquilar. Certo estão as crianças.
Uma troca sublime de emoções entre a criança e Deus acontece no interior da criança, um diálogo encantado sob o carinho generoso de uma corte de anjos, os quais plantam nos corações pequeninos o girassol da alegria, para que seus corações voltem-se sempre para este sol divino durante toda sua vida.
A alegria é um dom divino. Não aquela alegria inferior, rebento das trevas, filha da inconsciência irresponsável e sim aquela alegria saudável, filha da luz.
As crianças são um exemplo marcante de como a alegria enfeita a existência humana.
O sorriso e a alegria naturais da criança é um convite de Deus à esperança divina. A criança quando sorri a um adulto está transmitindo aquela luz maravilhosa, a qual provém da mesma fonte que ilumina todas as estrelas do céu.
Esta relação entre sorriso infantil e esperança salta à vista quando se observa a total dependência e carência da condição infantil. Parece existir uma confiança natural, totalmente espontânea na sabedoria de Deus, na vida. Isto lembra muito a alegria dos santos.
Os santos eram alegres. A dor nunca abateu a alegria dos santos. Eles deixaram uma mensagem sublime, uma estrada encantada e divina para o céu sob a égide da alegria. Os santos transformaram sua dor em trampolim para a alegria.
Esta alegria atrai os anjos. Por isto a infância sempre foi considerada par a par com os anjos.
A existência humana e suas mil dores, suas lutas, suas lágrimas e angústias, é um campo muito pouco propício para o cultivo da alegria. Mas, quanto mais infeliz e dura for uma situação, maior é o mérito de cultivar a alegria.
Basta observar as crianças, elas não ficam tristes por muito tempo. Seu coração ainda virgem abre-se espontaneamente ao convite e ao amparo de Deus.
Não é apenas inconsciência, não é apenas desconhecimento da infeliz realidade humana, é antes a pureza, a confiança, a fé sem maldade que se abre à luz divina, a qual provém do coração infinitamente bondoso de nosso Pai Celeste.
Um dos maiores tropeços da humanidade, um dos maiores erros de nossa condição é o abandono voluntário a esta fonte pura e sublime que está implantada no coração de todos, mas o tempo, a perversidade do mundo e a natural maldade humana, filha do diabo, porfiam por aniquilar. Certo estão as crianças.
Uma troca sublime de emoções entre a criança e Deus acontece no interior da criança, um diálogo encantado sob o carinho generoso de uma corte de anjos, os quais plantam nos corações pequeninos o girassol da alegria, para que seus corações voltem-se sempre para este sol divino durante toda sua vida.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Moralidade e civilização.
Nossa psique é composta de elementos díspares. Isto faz nossa constante discrepância. O elemento essencial de nossa psique é a moralidade. A moralidade é a parte básica, o timão psicológico que conduz a alma humana durante sua viagem humana. Sem este guia a iluminar a consciência humana, a alma desanda e se degrada até o fundo do poço.
A moralidade é uma bagagem de princípios éticos, religiosos, espirituais, os quais são indispensáveis a qualquer ser humano.
Estes princípios são leis universais, tão concretas como as mais evidentes leis biológicas. O desrespeito a estas leis gera consequências terríveis a quem se atreve a isto.
A bagagem da moralidade está enraizada na alma humana e tem relações ocultas, mas concretas com Deus.
A educação humana, extremamente falha e imprecisa hoje, terá no futuro um conteúdo moral ponderável.
As gerações do futuro, mais esclarecidas, mais amadurecidas e espiritualizadas de que as atuais, saberão compreender a importância do equilíbrio moral e as consequências desastrosas de seu abandono.
A moralidade está presente em todos, mas na maioria está em estado virtual. O que aconteceu, quais as causas disto? A resposta está em nossa origem profunda perdida na estrada do tempo, mas guardada em nosso subconsciente.
Nossa personalidade é o produto de nossa história no tempo. O resultado penoso de vidas infinitas em nossa viagem à luz. Dores, misérias, erros, acertos, alegrias e tristezas são o fardo comum a todos.
Cada vida forma um elo com as anteriores onde há um desenvolvimento moral contínuo. Vida após vida a alma conquista poder, fortaleza moral e consciência moral cada vez mais pura. Isto é válido tanto para o indivíduo como para nações.
Não é difícil observar os lamentáveis desastres relacionados ao desleixo moral em nosso mundo. Todos os dias pessoas vão à sarjeta devido ao álcool, às drogas, ao crime e à devassidão. São pessoas de moralidade baixa, ou mesmo inexistente. Basta olhar a vida destas pessoas, sua situação degradante, miserável, terrível e angustiante, para meditarmos na importância indispensável do equilíbrio moral, uma salvaguarda para nossa saúde física e mental.
Também a moralidade está intimamente ligada às leis invisíveis do universo, mas extremamente poderosas, às quais causam muitos dissabores a quem as desrespeita.
Nossa infeliz, egoísta e perversa civilização está em constante conflito com estas leis. Isto é causa a muitas dores e misérias a todos aqueles e aquelas que se deixam embair por seus astutos convites.
Não é à toa que milhões de pessoas morrem precocemente todos os anos. Elas vão ao túmulo com o corpo carcomido por doenças terríveis e mortais, passam seus últimos dias, gemendo, chorando e arrastando seu corpo cansado e oprimido. Seu rosto repleto de rugas precoces, magras, saúde arruinada e muito tristes, elas são o retrato fiel da realidade falsa e perversa aplicada à alma de todos os viventes deste mundo por nossa civilização imoral, vazia e demoníaca.
A moralidade é uma bagagem de princípios éticos, religiosos, espirituais, os quais são indispensáveis a qualquer ser humano.
Estes princípios são leis universais, tão concretas como as mais evidentes leis biológicas. O desrespeito a estas leis gera consequências terríveis a quem se atreve a isto.
A bagagem da moralidade está enraizada na alma humana e tem relações ocultas, mas concretas com Deus.
A educação humana, extremamente falha e imprecisa hoje, terá no futuro um conteúdo moral ponderável.
As gerações do futuro, mais esclarecidas, mais amadurecidas e espiritualizadas de que as atuais, saberão compreender a importância do equilíbrio moral e as consequências desastrosas de seu abandono.
A moralidade está presente em todos, mas na maioria está em estado virtual. O que aconteceu, quais as causas disto? A resposta está em nossa origem profunda perdida na estrada do tempo, mas guardada em nosso subconsciente.
Nossa personalidade é o produto de nossa história no tempo. O resultado penoso de vidas infinitas em nossa viagem à luz. Dores, misérias, erros, acertos, alegrias e tristezas são o fardo comum a todos.
Cada vida forma um elo com as anteriores onde há um desenvolvimento moral contínuo. Vida após vida a alma conquista poder, fortaleza moral e consciência moral cada vez mais pura. Isto é válido tanto para o indivíduo como para nações.
Não é difícil observar os lamentáveis desastres relacionados ao desleixo moral em nosso mundo. Todos os dias pessoas vão à sarjeta devido ao álcool, às drogas, ao crime e à devassidão. São pessoas de moralidade baixa, ou mesmo inexistente. Basta olhar a vida destas pessoas, sua situação degradante, miserável, terrível e angustiante, para meditarmos na importância indispensável do equilíbrio moral, uma salvaguarda para nossa saúde física e mental.
Também a moralidade está intimamente ligada às leis invisíveis do universo, mas extremamente poderosas, às quais causam muitos dissabores a quem as desrespeita.
Nossa infeliz, egoísta e perversa civilização está em constante conflito com estas leis. Isto é causa a muitas dores e misérias a todos aqueles e aquelas que se deixam embair por seus astutos convites.
Não é à toa que milhões de pessoas morrem precocemente todos os anos. Elas vão ao túmulo com o corpo carcomido por doenças terríveis e mortais, passam seus últimos dias, gemendo, chorando e arrastando seu corpo cansado e oprimido. Seu rosto repleto de rugas precoces, magras, saúde arruinada e muito tristes, elas são o retrato fiel da realidade falsa e perversa aplicada à alma de todos os viventes deste mundo por nossa civilização imoral, vazia e demoníaca.
sábado, 12 de março de 2016
Schopenhauer.
Inteligência privilegiada, cultura vasta, perspicácia e sagacidade naturais. Atributos grandiosos e raros formavam a capacidade intelectual de um dos maiores gênios da humanidade.
Schopenhauer, seguramente um dos maiores pensadores de todos os tempos, além de um genial pensador era um escritor de primeira categoria. Sua prosa era rica, precisa, objetiva. Ele era capaz de descrever seu pensamento claro, realista e objetivo, sem sacrificar a beleza literária, coisa rara em um pensador.
Schopenhauer foi um dos principais responsáveis, senão o principal, por trazer a filosofia para o ar livre, para a realidade humana cotidiana no século dezenove. A partir de sua época a filosofia européia passou a pensar mais de acordo à estuante e movimentada realidade humana, abandonando o pensamento de gabinete.
Apesar do sopro de frescor e clareza realista que sua obra genial infundiu ao mundo, podemos apontar falhas em seu pensamento. Schopenhauer era humano e como tal tinha limitações e falhas como qualquer outro ser humano, apesar de ser um gênio.
Era admirável sua erudição. Sem sombra de dúvida uma das mentes mais cultas do século dezenove.
Ao analisarmos seu pensamento podemos notar como a personalidade de uma pessoa influi seu pensamento, este princípio psicológico é válido tanto para pessoas comuns como para o gênio.
Schopenhauer era arredio, triste e extremamente pessimista. Dizem mesmo que ele era grosseiro. Ele abominava mediocridade, ignorância e estupidez. Basta mencionar isto para imaginar os conflitos constantes entre sua mente superior e genial e o atrasado meio ambiente em que vivia, a Alemanha na primeira metade do século dezenove.
Seu pensamento, portanto, ressentiu-se de sua visão pessimista e triste, produto de sua personalidade, sua história, sua vida.
Ele era simpatizante da filosofia budista, conhecia a filosofia hindu. Sua obra contribuiu para aproximar a filosofia oriental e a Europa.
É no que tange à Deus e o evangelho, onde verificamos uma lacuna enorme em seu pensamento. Faltou entendimento a Schopenhauer para estabelecer relações sutis entre os fatos, suficientes para iluminar sua alma e aproximá-la da realidade espiritual eterna.
Este é um vício comum a muitos pensadores racionais. A história da filosofia está repleta deste vício.
Podemos observar que a barreira principal entre a realidade divina eterna e a razão humana, não é intelectual e sim moral: provém do orgulho humano, uma praga maldita a envenenar corações.
Deus se aproxima e convida a todos para seu banquete de luz e amor, mas o perverso coração humano prefere fazer ouvidos moucos e dar trela ao mal. O resultado é desastroso para o próprio coração humano. Pois vivemos engajados à justiça de Deus. Esta justiça é inexorável, tudo o que se planta terá que ser colhido, queira ou não.
Esta é a realidade eterna. Não cogitar sobre isto é bater a cabeça na parede para sempre, sem observar a porta aberta ao lado.
Este estado de alienação perversa e orgulhosa é comum à maioria da humanidade, daí a contínua situação dolorosa que se abate na existência humana.
Deus é a realidade máxima. Ninguém poderá fugir a isto para sempre. Seu poder invencível vence todas as barreiras, arrasa todos os obstáculos.
Schopenhauer, como a maioria dos pensadores, não podia entender isto e até se opunha a esta realidade, iludido que estava com sua visão mundana, muito distante da sabedoria infinita de Deus.
Ele morreu em meados do século dezenove. Podemos conjeturar sua passagem à realidade espiritual, seu despertar doloroso e pasmo no mundo espiritual, onde impera a verdade nua. Podemos conjeturar o conflito entre suas ideias e a realidade espiritual eterna; podemos imaginar seu sofrimento e o consequente arrependimento diante da imensidão espiritual, onde impera absoluta a sabedoria infinita de Deus e o amor sem fim de nosso mestre maior Jesus.
Schopenhauer, seguramente um dos maiores pensadores de todos os tempos, além de um genial pensador era um escritor de primeira categoria. Sua prosa era rica, precisa, objetiva. Ele era capaz de descrever seu pensamento claro, realista e objetivo, sem sacrificar a beleza literária, coisa rara em um pensador.
Schopenhauer foi um dos principais responsáveis, senão o principal, por trazer a filosofia para o ar livre, para a realidade humana cotidiana no século dezenove. A partir de sua época a filosofia européia passou a pensar mais de acordo à estuante e movimentada realidade humana, abandonando o pensamento de gabinete.
Apesar do sopro de frescor e clareza realista que sua obra genial infundiu ao mundo, podemos apontar falhas em seu pensamento. Schopenhauer era humano e como tal tinha limitações e falhas como qualquer outro ser humano, apesar de ser um gênio.
Era admirável sua erudição. Sem sombra de dúvida uma das mentes mais cultas do século dezenove.
Ao analisarmos seu pensamento podemos notar como a personalidade de uma pessoa influi seu pensamento, este princípio psicológico é válido tanto para pessoas comuns como para o gênio.
Schopenhauer era arredio, triste e extremamente pessimista. Dizem mesmo que ele era grosseiro. Ele abominava mediocridade, ignorância e estupidez. Basta mencionar isto para imaginar os conflitos constantes entre sua mente superior e genial e o atrasado meio ambiente em que vivia, a Alemanha na primeira metade do século dezenove.
Seu pensamento, portanto, ressentiu-se de sua visão pessimista e triste, produto de sua personalidade, sua história, sua vida.
Ele era simpatizante da filosofia budista, conhecia a filosofia hindu. Sua obra contribuiu para aproximar a filosofia oriental e a Europa.
É no que tange à Deus e o evangelho, onde verificamos uma lacuna enorme em seu pensamento. Faltou entendimento a Schopenhauer para estabelecer relações sutis entre os fatos, suficientes para iluminar sua alma e aproximá-la da realidade espiritual eterna.
Este é um vício comum a muitos pensadores racionais. A história da filosofia está repleta deste vício.
Podemos observar que a barreira principal entre a realidade divina eterna e a razão humana, não é intelectual e sim moral: provém do orgulho humano, uma praga maldita a envenenar corações.
Deus se aproxima e convida a todos para seu banquete de luz e amor, mas o perverso coração humano prefere fazer ouvidos moucos e dar trela ao mal. O resultado é desastroso para o próprio coração humano. Pois vivemos engajados à justiça de Deus. Esta justiça é inexorável, tudo o que se planta terá que ser colhido, queira ou não.
Esta é a realidade eterna. Não cogitar sobre isto é bater a cabeça na parede para sempre, sem observar a porta aberta ao lado.
Este estado de alienação perversa e orgulhosa é comum à maioria da humanidade, daí a contínua situação dolorosa que se abate na existência humana.
Deus é a realidade máxima. Ninguém poderá fugir a isto para sempre. Seu poder invencível vence todas as barreiras, arrasa todos os obstáculos.
Schopenhauer, como a maioria dos pensadores, não podia entender isto e até se opunha a esta realidade, iludido que estava com sua visão mundana, muito distante da sabedoria infinita de Deus.
Ele morreu em meados do século dezenove. Podemos conjeturar sua passagem à realidade espiritual, seu despertar doloroso e pasmo no mundo espiritual, onde impera a verdade nua. Podemos conjeturar o conflito entre suas ideias e a realidade espiritual eterna; podemos imaginar seu sofrimento e o consequente arrependimento diante da imensidão espiritual, onde impera absoluta a sabedoria infinita de Deus e o amor sem fim de nosso mestre maior Jesus.
quarta-feira, 9 de março de 2016
Se...
Se somos obrigados a viver nas trevas do mundo, nem por isto vamos macular nossa alma sob sua escuridão.
Se ainda somos fracos e estamos distante da sabedoria divina, nem por isto vamos ser insensatos e tolos.
Se a semente do bem ainda não enraizou definitivamente em nossa alma, nem por isto devemos ser perversos.
Se estamos muito longe da humildade divina, nem por isto vamos dar trela ao orgulho.
Se ainda não atingimos os altos patamares do conhecimento divino, nem por isto vamos ser servos da ignorância.
Se nossa alma ainda não enxerga a luz eterna, nem por isto vamos amar a cegueira.
Se ainda não podemos caminhar ao passo das estrelas distantes, nem por isto vamos arrastar sobre o chão degradante.
Se ainda não podemos amar as claridades do espírito eterno, nem por isto vamos amar as trevas da matéria.
Se ainda não podemos caminhar par a par com o gênio, nem por isto vamos louvar a mediocridade.
Se o amor ainda não frutificou em nosso coração, nem por isto vamos acolher o ódio e o preconceito.
Se a bondade ainda não vicejou em nosso coração, nem por isto vamos amar o egoísmo e a maldade.
Se a dor visitou nosso destino, lançando nossa alma às terras da agonia e do sofrimento, nem por isto vamos dar trela ao desespero.
Se não temos a luz dos anjos e arcanjos no mundo de Deus, nem por isto vamos dar ouvidos ao diabo.
Se estamos presos à rédea angustiante do mal, nem por isto somos órfãos da misericórdia de Deus.
Se as trevas horripilantes do diabo nos conduz à perdição permanente, nem por isto a salvação de Deus falhará.
Se somos rebentos falazes do mal, nem por isto deixamos de ser herdeiros legítimos de todas as estrelas do universo e temos parte com todos os anjos e arcanjos que iluminam as alturas no céu esplendoroso de Deus.
Se ainda somos fracos e estamos distante da sabedoria divina, nem por isto vamos ser insensatos e tolos.
Se a semente do bem ainda não enraizou definitivamente em nossa alma, nem por isto devemos ser perversos.
Se estamos muito longe da humildade divina, nem por isto vamos dar trela ao orgulho.
Se ainda não atingimos os altos patamares do conhecimento divino, nem por isto vamos ser servos da ignorância.
Se nossa alma ainda não enxerga a luz eterna, nem por isto vamos amar a cegueira.
Se ainda não podemos caminhar ao passo das estrelas distantes, nem por isto vamos arrastar sobre o chão degradante.
Se ainda não podemos amar as claridades do espírito eterno, nem por isto vamos amar as trevas da matéria.
Se ainda não podemos caminhar par a par com o gênio, nem por isto vamos louvar a mediocridade.
Se o amor ainda não frutificou em nosso coração, nem por isto vamos acolher o ódio e o preconceito.
Se a bondade ainda não vicejou em nosso coração, nem por isto vamos amar o egoísmo e a maldade.
Se a dor visitou nosso destino, lançando nossa alma às terras da agonia e do sofrimento, nem por isto vamos dar trela ao desespero.
Se não temos a luz dos anjos e arcanjos no mundo de Deus, nem por isto vamos dar ouvidos ao diabo.
Se estamos presos à rédea angustiante do mal, nem por isto somos órfãos da misericórdia de Deus.
Se as trevas horripilantes do diabo nos conduz à perdição permanente, nem por isto a salvação de Deus falhará.
Se somos rebentos falazes do mal, nem por isto deixamos de ser herdeiros legítimos de todas as estrelas do universo e temos parte com todos os anjos e arcanjos que iluminam as alturas no céu esplendoroso de Deus.
domingo, 6 de março de 2016
Deus e realidade humana.
“Sucederá que, quando vos multiplicardes e vos tornardes fecundos na terra, então, diz o Senhor, nunca mais se exclamará: A arca da aliança do Senhor! Ela não lhes virá à mente, não se lembrarão dela nem dela sentirão falta; e não se fará outra.
Naquele tempo chamarão a Jerusalém o trono do Senhor; e já não andarão segundo a dureza do seu coração maligno.”
Jeremias 3:16 e 17.
“Nos lugares altos se ouviu uma voz, pranto e súplicas dos filhos de Israel; porquanto perverteram o seu caminho, e se esqueceram do Senhor seu Deus.”
Jeremias 3: 21
Palavras verdadeiras, estas acima, proclamadas pela boca de um dos maiores profetas do antigo testamento.
Notável é a coincidência com os resultados do trabalho moderno de um dos maiores gênios da história: Jung.
Em seus estudos profundos Jung descobriu que existe um princípio religioso na alma humana, o qual está presente em todas as culturas do mundo em todas as épocas.
Estudos científicos confirmaram que pessoas que tem uma religião vivem melhor que as demais. Tem menos problemas, mais saúde e se dão melhor na vida.
As sábias palavras de Jeremias, o trabalho genial de Jung e as pesquisas científicas aportam ao mesmo porto:
Deus e sua presença real e ativa em nossa alma.
A palavra “Religião,” provém do latim, em sua origem etimológica o significado é “Religar.” Ora, religar quer dizer “Ligar outra vez o que foi desligado.”
Estas últimas palavras tão simples revelam um dos aspectos mais profundos da realidade humana universal.
Deus está presente dentro e fora de nós, mas perdemos a conexão com a caudalosa fonte da luz divina. O resultado desta apostasia maldita podemos observar nas palavras acima do profeta Jeremias:
“Nos lugares altos se ouviu uma voz, pranto e súplicas dos filhos de Israel; porquanto perverteram o seu caminho, e se esqueceram do Senhor seu Deus.”
Em algum momento de nossa história universal abrimos mão de nossa divindade inata, traímos Deus e franqueamos nosso coração ao diabo. E o diabo se instalou dentro de nós. Com o diabo carreamos para nossa vida as misérias, a dor e o desespero, pois nossa abominável escolha nos fez ser expulsos das magníficas regiões luminosas dos anjos, do bem e da verdade no seio de Deus, para os confins da matéria onde gememos, sofremos, choramos e enlouquecemos nas masmorras do tempo.
Aqui estamos presos às férreas jaulas da animalidade, da miséria e da dor, nós que em nossa sublime origem éramos puros espíritos da luz.
E o diabo nos atormenta dia a dia, com seu importuno canto maldito, seu hálito pestilencial e imundo. Sua voz estúpida e perversa, atrai multidões enlouquecidas para seu antro imundo todos os dias.
Ai de quem ouve sua sugestões tortas e perversas!
Esta tragédia universal patética bate de frente ao amor infinito de Deus.
Ninguém pode viver sem Deus. Sem Deus a criatura afundaria para sempre no mar de sua perversidade e ignorância. É a Deus e Sua misericórdia infinita, filha de Seu amor inesgotável que devemos nossa libertação das garras perversas do diabo.
Seu coração infinito abraçou toda a criação universal espúria, filha do diabo e acompanhou nosso passo maldito para a infernal realidade humana.
Esta é a luta mais importante do universo. O combate mais valoroso da existência. Todos estamos empenhados nesta batalha eterna entre bem e mal, entre matéria e espírito, tempo e eternidade, luz e trevas, realidade humana e realidade divina.
Nesta batalha, muitos caem todos os dias, vencidos, hipnotizados, iludidos pelo diabo e suas patranhas astutas e perversas. Caem, para depois, arrependidos e cansados suplicarem a misericórdia de Deus, gemendo e chorando.
Esta é nossa história, nosso eterno destino. Deus caminha junto a nós e trabalha incessantemente por nossa salvação eterna. Sua ação divina e persistente faz corroer dia a dia o reduto do mal, o qual é sustentado e protegido pela perversidade, ignorância e estupidez humana.
Quem abrir seu coração a Deus, não deverá temer coisa alguma. Basta mudar o rumo de seus pensamentos, abraçar a honestidade, a luz, o bem, a pureza, o amor, a humildade e a retidão. Sua alma se libertará das garras do maldito e receberá o beijo de Deus a caminho das plagas esplendorosas no seio de Deus, onde reina a paz, o amor, o bem e a verdade por toda a eternidade.
Naquele tempo chamarão a Jerusalém o trono do Senhor; e já não andarão segundo a dureza do seu coração maligno.”
Jeremias 3:16 e 17.
“Nos lugares altos se ouviu uma voz, pranto e súplicas dos filhos de Israel; porquanto perverteram o seu caminho, e se esqueceram do Senhor seu Deus.”
Jeremias 3: 21
Palavras verdadeiras, estas acima, proclamadas pela boca de um dos maiores profetas do antigo testamento.
Notável é a coincidência com os resultados do trabalho moderno de um dos maiores gênios da história: Jung.
Em seus estudos profundos Jung descobriu que existe um princípio religioso na alma humana, o qual está presente em todas as culturas do mundo em todas as épocas.
Estudos científicos confirmaram que pessoas que tem uma religião vivem melhor que as demais. Tem menos problemas, mais saúde e se dão melhor na vida.
As sábias palavras de Jeremias, o trabalho genial de Jung e as pesquisas científicas aportam ao mesmo porto:
Deus e sua presença real e ativa em nossa alma.
A palavra “Religião,” provém do latim, em sua origem etimológica o significado é “Religar.” Ora, religar quer dizer “Ligar outra vez o que foi desligado.”
Estas últimas palavras tão simples revelam um dos aspectos mais profundos da realidade humana universal.
Deus está presente dentro e fora de nós, mas perdemos a conexão com a caudalosa fonte da luz divina. O resultado desta apostasia maldita podemos observar nas palavras acima do profeta Jeremias:
“Nos lugares altos se ouviu uma voz, pranto e súplicas dos filhos de Israel; porquanto perverteram o seu caminho, e se esqueceram do Senhor seu Deus.”
Em algum momento de nossa história universal abrimos mão de nossa divindade inata, traímos Deus e franqueamos nosso coração ao diabo. E o diabo se instalou dentro de nós. Com o diabo carreamos para nossa vida as misérias, a dor e o desespero, pois nossa abominável escolha nos fez ser expulsos das magníficas regiões luminosas dos anjos, do bem e da verdade no seio de Deus, para os confins da matéria onde gememos, sofremos, choramos e enlouquecemos nas masmorras do tempo.
Aqui estamos presos às férreas jaulas da animalidade, da miséria e da dor, nós que em nossa sublime origem éramos puros espíritos da luz.
E o diabo nos atormenta dia a dia, com seu importuno canto maldito, seu hálito pestilencial e imundo. Sua voz estúpida e perversa, atrai multidões enlouquecidas para seu antro imundo todos os dias.
Ai de quem ouve sua sugestões tortas e perversas!
Esta tragédia universal patética bate de frente ao amor infinito de Deus.
Ninguém pode viver sem Deus. Sem Deus a criatura afundaria para sempre no mar de sua perversidade e ignorância. É a Deus e Sua misericórdia infinita, filha de Seu amor inesgotável que devemos nossa libertação das garras perversas do diabo.
Seu coração infinito abraçou toda a criação universal espúria, filha do diabo e acompanhou nosso passo maldito para a infernal realidade humana.
Esta é a luta mais importante do universo. O combate mais valoroso da existência. Todos estamos empenhados nesta batalha eterna entre bem e mal, entre matéria e espírito, tempo e eternidade, luz e trevas, realidade humana e realidade divina.
Nesta batalha, muitos caem todos os dias, vencidos, hipnotizados, iludidos pelo diabo e suas patranhas astutas e perversas. Caem, para depois, arrependidos e cansados suplicarem a misericórdia de Deus, gemendo e chorando.
Esta é nossa história, nosso eterno destino. Deus caminha junto a nós e trabalha incessantemente por nossa salvação eterna. Sua ação divina e persistente faz corroer dia a dia o reduto do mal, o qual é sustentado e protegido pela perversidade, ignorância e estupidez humana.
Quem abrir seu coração a Deus, não deverá temer coisa alguma. Basta mudar o rumo de seus pensamentos, abraçar a honestidade, a luz, o bem, a pureza, o amor, a humildade e a retidão. Sua alma se libertará das garras do maldito e receberá o beijo de Deus a caminho das plagas esplendorosas no seio de Deus, onde reina a paz, o amor, o bem e a verdade por toda a eternidade.
quinta-feira, 3 de março de 2016
Convite à alma.
Amo Deus, não posso evitar isto. Minha alma se abre a este amor como o girassol aos raios brilhantes de nosso astro rei.
Dia a dia meu amor aumenta mais. Quem pode prever onde chegará este amor?
Calo meu demônio para que ele não macule a celeste intenção de minha alma e sufoque o voo rumo ao céu das estrelas gigantescas nas estradas infinitas do universo.
Abafo minha miséria humana para que minha alma não morra cansada e triste, sob o peso opressor de nossa eterna miséria.
Ouço a maravilhosa voz divina a cantar dentro de minha alma e convidar-me ao banquete celeste da luz nas plagas distantes onde moram anjos e arcanjos.
Caminho pelas estradas cintilantes da alma todos os dias. Meu coração banha-se no oceano de luz divina e se enche de alegria e paz.
O tempo desaparece junto a seu eterno companheiro, o espaço.
Meu coração transborda de paz e quer compartilhar esta paz com toda a criação.
A luz inunda minha alma e quer tocar a todas as criaturas do universo.
Somos todos crianças famintas, carentes de luz, amor e verdade.
Perdemos nossa alma, trocamos nosso tesouro divino por ninharias ridículas e perversas.
E continuamos a viajar por esta falsa e sombria estrada todos os dias, vítimas que somos de nosso eterno desatino.
Pagamos com tormentos eternos o preço por nosso amor ao mal em um momento.
Vinde alma irmã, desaferrolhai as correntes de tua alma que te prendem ao diabo.
Vinde para os campos abertos e livres da natureza infinita de Deus, onde poderás colher as rosas brilhantes do amor e da beleza, para enfeitar tua vida e mudar teu destino para sempre.
Dia a dia meu amor aumenta mais. Quem pode prever onde chegará este amor?
Calo meu demônio para que ele não macule a celeste intenção de minha alma e sufoque o voo rumo ao céu das estrelas gigantescas nas estradas infinitas do universo.
Abafo minha miséria humana para que minha alma não morra cansada e triste, sob o peso opressor de nossa eterna miséria.
Ouço a maravilhosa voz divina a cantar dentro de minha alma e convidar-me ao banquete celeste da luz nas plagas distantes onde moram anjos e arcanjos.
Caminho pelas estradas cintilantes da alma todos os dias. Meu coração banha-se no oceano de luz divina e se enche de alegria e paz.
O tempo desaparece junto a seu eterno companheiro, o espaço.
Meu coração transborda de paz e quer compartilhar esta paz com toda a criação.
A luz inunda minha alma e quer tocar a todas as criaturas do universo.
Somos todos crianças famintas, carentes de luz, amor e verdade.
Perdemos nossa alma, trocamos nosso tesouro divino por ninharias ridículas e perversas.
E continuamos a viajar por esta falsa e sombria estrada todos os dias, vítimas que somos de nosso eterno desatino.
Pagamos com tormentos eternos o preço por nosso amor ao mal em um momento.
Vinde alma irmã, desaferrolhai as correntes de tua alma que te prendem ao diabo.
Vinde para os campos abertos e livres da natureza infinita de Deus, onde poderás colher as rosas brilhantes do amor e da beleza, para enfeitar tua vida e mudar teu destino para sempre.
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