Luz.

Luz.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Uma nova civilização.


A nova era chegou. Já estamos nos alicerces da nova civilização. Uma civilização totalmente diferente da atual, voltada para valores e princípios completamente divergentes dos atuais já está surgindo.
Já podemos notar em meio aos costumes ancestrais baseados no egoísmo, iniquidade e exploração desavergonhada do próximo, uma nova mentalidade mais humana e ética, baseada em valores morais e não em convenções humanas criadas pelo poder e dinheiro.
Estamos em uma curva da história que mudará totalmente as condições no mundo; mudanças no aspecto econômico, social, intelectual e principalmente moral abalarão todas as estruturas de nossa iníqua civilização.
Todas essas mudanças são o resultado de um trabalho histórico milenar de Deus atuando incessantemente em nosso mundo através de inúmeros agentes e forças invisíveis no combate ao mal até sua eliminação completa do mundo.
A bíblia e principalmente os evangelhos, contém muitas alusões a esta nova ordem de coisas. O sublime mestre Jesus mencionou várias vezes sobre isto em seu evangelho.
Os piores elementos serão expulsos deste mundo, não haverá mais crimes escabrosos, guerras, violência e injustiça social. A depravação não maculará mais as consciências.
Dizem que até o terceiro século deste novo milênio tais mudanças estarão definitivamente  estabelecidas.
É o momento da separação bíblica entre o joio e o trigo. Quem merece vai viver uma nova existência, mais feliz e satisfeita sem o veneno do mal a arruinar lhe a vida. Quem se obstina no mal terá que amargar muitas dores em regiões inferiores, pois a nova condição moral mais purificada do mundo não permitirá o compartilhamento com mentes perversas e iníquas como ocorre hoje.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Herança histórica perversa.


Abençoado quem já se libertou do cruel costume de alimentar-se das entranhas dos animais. Este é um bárbaro costume ancestral herdado de épocas bárbaras.
A humanidade já se libertou de muitos costumes cruéis em sua história, porém este continua a macular
a consciência humana.
Não fica por aí as consequências de uma escolha tão infeliz. A ignorância e estupidez humana podem alegar o que quiser em sua perversa cegueira, mas não podem alterar o mínimo sequer a justiça de Deus. Enquanto a perversidade humana causar sofrimentos direta ou indiretamente a dor abalará inexoravelmente. O pobre ser humano não relaciona certas experiências dolorosas com sua inconsequente ação de comer carne de animais, a inconsequência e maldade encontram logo argumentos astutos e egoístas para justificar sua perversidade, depois, não sabe por que chora
sob o peso da dor imposta pela justiça de Deus.
A humanidade pode enlouquecer de dor, mas a justiça de Deus não mudará, enquanto houver maldade haverá sofrimento.
Todos os argumentos a favor da manutenção deste horrível costume são astutos, egoístas e irresponsáveis, produtos de corações cruéis e inconsequentes.
Certamente as gerações futuras olharão com repugnância este costume atual, como olhamos com repugnância ao costume antigo de devorar carne humana...
Nossa necessidade nutritiva pode ser satisfeita completamente através de alimentos de origem vegetal sem a necessidade do sangue e dor de nossos irmãos irracionais.
O verdadeiro motivo da manutenção deste costume na humanidade tem pouco com necessidade nutritiva, mas muito com o predomínio do mal na alma humana. É o demônio humano e seu prazer mórbido e perverso a enfeitiçar e enlouquecer a pobre alma humana...

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Uma lição inesperada.


 Sempre lembro isto; aconteceu há muitos, muitos anos...
 Em uma viagem de ônibus de São Paulo a uma cidade do interior de Minas Gerais o destino bateu à porta de minha vida. Como sempre acontece nas grandes ocasiões, seu mensageiro é o inesperado.
É sempre assim, quando o destino tem alguma mensagem ele não usa trombetas, prefere antes chegar sorrateiro...
Os dias vem e vão na série descolorida dos anos. Mas o destino sempre traz em seu bojo genuínas alegrias, porém estamos com a alma tão cansada e o coração tão pesado com fardos inúteis que não reparamos em sua sutil mensagem. Depois, reclamamos da secura de nossa vida...
As rodas do pesado veículo transportavam algumas almas na rodovia ensolarada em uma bela manhã. Cidades apareciam e desapareciam através do vidro da janela... Da janela de onde eu via pessoas indo e vindo como formigas presas na rotina dos dias...
Meu olhar pousava sereno na paisagem cambiante até que o veículo saiu da rodovia e aportou em um ponto de parada. Meus olhos circulavam ao redor até que pousaram em um grupo de homens com toda a aparência de gente da roça: aparência humilde, ingênua e bondosa. Estavam uns ao redor de uma caminhonete antiga repleta de caixas de morango e outro homem estava à porta de um supermercado conversando com uma moça do caixa. Pude ouvir a conversa. Ouvi a moça pedir uma caixa de morango e o homem bastante encabulado esforçar-se por explicar delicadamente que eram para ser vendidos. A moça desistiu, o homem voltou à caminhonete, mas ao invés de partir voltou com várias caixas de morango e deu uma para cada moça dos caixas, eram aproximadamente 10 moças.
O veículo voltou à rodovia, outras cidades apareciam e desapareciam, mas minha alma já não era a mesma de alguns momentos, o destino havia me ensinado uma lição que nunca esqueci. Aprendi com aquela gente simples a nunca deixar o egoísmo interesseiro sobrepor-se à bondade, a discernir até aonde vai o valor das coisas materiais. Aqueles homens simples trocaram moedas do mundo por moedas do céu.

E assim o destino bateu à porta de minha vida trazendo não o ouro dos tolos, mas a jóia da sabedoria.
Voltei à rotina de meus dias, mas a alma havia mudado, uma luz foi acesa para toda a vida.
Eu bem vejo o que há por trás do véu do destino. Meu olhar penetra em sua rede impalpável e potente; vejo a vontade de Deus soberana e poderosa a convidar minha alma, a ensinar o caminho real na ilusão do dia...