A velhice é o chamamento da vida à realidade eterna do espírito, um convite forçado aos caminhos da alma, o roteiro verdadeiro às paragens da luz e do amor eterno.
Para a visão tortuosa e falsa do mundo a velhice é apenas uma fatalidade incômoda e dolorosa da natureza de Deus.
Mas quem vai levar em consideração a falaz opinião do mundo em sua interminável loucura?
A velhice com seus problemas, doenças, cansaço, tédio e solidão é um impulso potente da vida para a libertação das poderosas correntes invisíveis que prendem nossa alma ao inferno do mal e à ilusão.
Diante desta realidade caem os véus de todas as ilusões que norteavam a pobre alma, perdida nos descaminhos do mundo. Poucos tem luz e conhecimento suficiente para afrontar a pressão universal do demônio de cabeça erguida e corajosamente. A maioria desanda, iludida por sua própria covardia e seu amor ao mal.
Todos herdamos a praga do mal ao abrirmos os olhos neste infernal mundo. Poucos entendem que o mal é uma doença que deve ser combatida como outras doenças. O mal é um veneno que se alastra facilmente e que perverte, corrompe, macula e destrói tudo que o cerca.
A velhice força a alma a encarar esta realidade. Muitos lamentam entender isto tardiamente e sentem-se frustrados intimamente.
Todos somos miseráveis pecadores. Para todos nós resta o sol da misericórdia de Deus a iluminar nossa natural escuridão.
A velhice daria razão à fria opinião do mundo se não existisse este sol a iluminar nossas trevas perversas.
A velhice é um anteparo para nossa alma, criado pela sabedoria infinita de Deus. Um freio natural para nossa loucura milenar. Este freio natural faz vir à tona a estrada maravilhosa que conduz ao mundo interior, a fonte eterna da sabedoria e da luz divina, onde fala a voz sublime de Deus a todos nós, convidando para seu reino magnífico de luz, amor, paz e verdade.
Luz.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
O dia e a noite.
O dia é filho da luz para os homens.
O dia é filho das trevas para os anjos.
O dia movimenta os caminhos do mundo
para findar em seu cansaço dolente.
A noite é filha das estrelas distantes.
A noite é filha da luz para os anjos.
O dia cansa braços e pernas e faz
a alma chorar sua prisão perpétua.
A noite abre as portas da alegria
para quem ama o silêncio mavioso,
um dom dos anjos a se espalhar
junto a escuridão da noite.
O dia grita e retumba por toda
parte como um louco desesperado.
A noite sussurra como uma mãe
carinhosa ao ouvido de seu bebê.
O dia acumula dinheiro, mas
assassina a alma eterna.
A noite acumula luz e
ressuscita a alma divina.
O dia é filho do tempo
que passa frio e apressado.
A noite é filha da eternidade e
caminha ao passo das estrelas.
O dia envenena a alma,
esfria o coração e faz
voltar para o céu o beijo
das fadas e dos anjos.
Este beijo é a única coisa
que nos restou entre os
destroços de nossa alma.
Morta, enterrada e coberta
de lama e mil imundícies,
nas clareiras medonhas do
mal que nos assola e seduz
no combate venenoso do dia.
O dia é filho das trevas para os anjos.
O dia movimenta os caminhos do mundo
para findar em seu cansaço dolente.
A noite é filha das estrelas distantes.
A noite é filha da luz para os anjos.
O dia cansa braços e pernas e faz
a alma chorar sua prisão perpétua.
A noite abre as portas da alegria
para quem ama o silêncio mavioso,
um dom dos anjos a se espalhar
junto a escuridão da noite.
O dia grita e retumba por toda
parte como um louco desesperado.
A noite sussurra como uma mãe
carinhosa ao ouvido de seu bebê.
O dia acumula dinheiro, mas
assassina a alma eterna.
A noite acumula luz e
ressuscita a alma divina.
O dia é filho do tempo
que passa frio e apressado.
A noite é filha da eternidade e
caminha ao passo das estrelas.
O dia envenena a alma,
esfria o coração e faz
voltar para o céu o beijo
das fadas e dos anjos.
Este beijo é a única coisa
que nos restou entre os
destroços de nossa alma.
Morta, enterrada e coberta
de lama e mil imundícies,
nas clareiras medonhas do
mal que nos assola e seduz
no combate venenoso do dia.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Perversidade.
Não há indício mais patente da crueldade humana como o bárbaro costume de comer carne. É interessante observar quão arraigada está a crueldade na alma humana.
É aqui que notamos o poço sem fundo da maldade humana.
Já observei várias vezes a reação perversa e estúpida de várias pessoas quando eu alertei sobre este amaldiçoado costume. A reação de várias pessoas foi muito parecida. Argumentos perversos, egoístas e falsos, produto de um coração frio, perverso, irresponsável e inconsequente.
Quem come carne não sabe, mas está servindo o diabo e sua caterva maldita.
O diabo quer sangue. Ele adora ver pessoas devorando as entranhas de nossos irmãos menores. Isto causa-lhe um prazer perverso e imundo.
Pessoas com o dom da vidência revelaram que viram espíritos imundos aspirando vibrações etéreas nos matadouros. Eles saboreavam gostosamente o sangue nos matadouros e vampirizavam as pessoas que participavam deste festim perverso e imoral.
Comer carne é um ato cruel, inconsequente, egoísta e irresponsável. As consequências são desastrosas para quem se aventura a isto. A justiça de Deus pune com severidade a todos os participantes desta antiga cadeia cruel.
Doenças fatais, problemas agonizantes, dores terríveis são a consequência natural deste desrespeito medonho à inexorável justiça de Deus. É impossível fugir à justiça de Deus. Plantou, terá que colher. A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Não apenas o ato em si de devorar a carne de nossos irmãos menores será cobrado, mas também a maldade de prender, maltratar e torturar nossos irmãos menores, filhos do mesmo Deus, os quais evoluem com nós próprios.
No futuro será banido do mundo este costume perverso e imundo, produto do perverso e diabólico coração humano.
Até lá, multidões vão para o túmulo prematuramente todos os dias, vítimas de doenças terríveis, dolorosas. Vítimas da violência, para que sintam na pele a dor da faca, ou do revólver e compartilhem a dor pavorosa suportada por nossos irmãos menores todos os dias.
Deus em sua sabedoria infinita criou uma abundância de alimentos vegetais e espalhou-os por toda a terra para que sirvam de alimento natural, para manter a saúde, disposição e energia. A natureza divina é pródiga em benefícios.
A ciência já descobriu a sabedoria divina por toda a parte. Uma abundância de elementos, vitaminas, minerais e outros curam e previnem doenças, preservam a mocidade, adiam a velhice, causam bem estar, alegria e dão energia.
Não há qualquer necessidade de apelar à crueldade sangrenta para sustentar nosso corpo. Quem pensa assim está com o coração pervertido pelo diabo e sofrerá agruras e misérias angustiantes sob o chicote inexorável da justiça de Deus, até o dia que cansado, doente e amargurado, abrir seu coração triste ao convite misericordioso de Deus.
É aqui que notamos o poço sem fundo da maldade humana.
Já observei várias vezes a reação perversa e estúpida de várias pessoas quando eu alertei sobre este amaldiçoado costume. A reação de várias pessoas foi muito parecida. Argumentos perversos, egoístas e falsos, produto de um coração frio, perverso, irresponsável e inconsequente.
Quem come carne não sabe, mas está servindo o diabo e sua caterva maldita.
O diabo quer sangue. Ele adora ver pessoas devorando as entranhas de nossos irmãos menores. Isto causa-lhe um prazer perverso e imundo.
Pessoas com o dom da vidência revelaram que viram espíritos imundos aspirando vibrações etéreas nos matadouros. Eles saboreavam gostosamente o sangue nos matadouros e vampirizavam as pessoas que participavam deste festim perverso e imoral.
Comer carne é um ato cruel, inconsequente, egoísta e irresponsável. As consequências são desastrosas para quem se aventura a isto. A justiça de Deus pune com severidade a todos os participantes desta antiga cadeia cruel.
Doenças fatais, problemas agonizantes, dores terríveis são a consequência natural deste desrespeito medonho à inexorável justiça de Deus. É impossível fugir à justiça de Deus. Plantou, terá que colher. A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Não apenas o ato em si de devorar a carne de nossos irmãos menores será cobrado, mas também a maldade de prender, maltratar e torturar nossos irmãos menores, filhos do mesmo Deus, os quais evoluem com nós próprios.
No futuro será banido do mundo este costume perverso e imundo, produto do perverso e diabólico coração humano.
Até lá, multidões vão para o túmulo prematuramente todos os dias, vítimas de doenças terríveis, dolorosas. Vítimas da violência, para que sintam na pele a dor da faca, ou do revólver e compartilhem a dor pavorosa suportada por nossos irmãos menores todos os dias.
Deus em sua sabedoria infinita criou uma abundância de alimentos vegetais e espalhou-os por toda a terra para que sirvam de alimento natural, para manter a saúde, disposição e energia. A natureza divina é pródiga em benefícios.
A ciência já descobriu a sabedoria divina por toda a parte. Uma abundância de elementos, vitaminas, minerais e outros curam e previnem doenças, preservam a mocidade, adiam a velhice, causam bem estar, alegria e dão energia.
Não há qualquer necessidade de apelar à crueldade sangrenta para sustentar nosso corpo. Quem pensa assim está com o coração pervertido pelo diabo e sofrerá agruras e misérias angustiantes sob o chicote inexorável da justiça de Deus, até o dia que cansado, doente e amargurado, abrir seu coração triste ao convite misericordioso de Deus.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Viagem.
Estava em São Paulo, para onde viajei.
Depois de percorrer os 250 kms. que separam minha cidade da capital, o carro circulou por ruas e avenidas da gigantesca cidade.
Ao observar o movimento turbilhonante da grande cidade, não pude deixar de refletir em como a existência humana tornou-se complicada e artificial. Como nossa civilização criou tantos embaraços e pesos inúteis que servem unicamente para atravancar nossa caminhada, esfriar nosso coração, sufocar nossa alma e nos fazer gemer perpetuamente sob a carga pesada, até o dia que sucumbimos extenuados na estrada da existência, amargos, tristes e desesperados.
Quase não reconheci que eu também já andei por esta estrada alienante e falsa.
Fui salvo por Deus antes de enlouquecer e perder minha alma, o bem mais precioso do mundo.
Devo muito a Platão, Sócrates, Aristóteles, Cícero, Dante, Santo Agostinho, Shakespeare, Rousseau, Voltaire, Hegel, Jung, Goethe e tantas outras almas de escol, os gigantes do espírito, os mestres do pensamento universal. Suas obras são repositórios de luz e sabedoria, fontes iluminadas de conhecimento.
Eu bebi a água sagrada desta fonte durante toda minha vida, foi a decisão mais sábia de minha história. Até hoje colho os frutos que semeei no passado e vou continuar a colher até meu último suspiro.
Olhei com grande piedade aquelas infelizes pessoas correndo de cá para lá, ansiosas, estressadas e totalmente alienadas.
Foi assim que percebi o preço terrível que nossa civilização fria, dura e perversa cobra por seus benefícios.
Nossa civilização é um monstro cínico e perverso que explora, engana, usa e abusa de quem deveria proteger e amparar.
Mas não podemos deixar de observar que este monstro não morre devido ao amor de suas próprias vítimas. Elas amam o monstro que as devora, elas são apaixonadas por aquele que as enlouquecem, corrompem e infernizam sua vida.
Agradeço mil vezes a Deus ter aberto meus olhos a esta loucura infame. Onde estaria eu se permanecesse neste caminho?
Minha alma, meu tesouro eterno, teria chafurdado na vala imunda onde gemem, choram e gritam desesperados, presos ao monstro por correntes invisíveis, aqueles e aquelas que perderam-se um dia apaixonados pela fera astuta, perversa e fria.
Depois de percorrer os 250 kms. que separam minha cidade da capital, o carro circulou por ruas e avenidas da gigantesca cidade.
Ao observar o movimento turbilhonante da grande cidade, não pude deixar de refletir em como a existência humana tornou-se complicada e artificial. Como nossa civilização criou tantos embaraços e pesos inúteis que servem unicamente para atravancar nossa caminhada, esfriar nosso coração, sufocar nossa alma e nos fazer gemer perpetuamente sob a carga pesada, até o dia que sucumbimos extenuados na estrada da existência, amargos, tristes e desesperados.
Quase não reconheci que eu também já andei por esta estrada alienante e falsa.
Fui salvo por Deus antes de enlouquecer e perder minha alma, o bem mais precioso do mundo.
Devo muito a Platão, Sócrates, Aristóteles, Cícero, Dante, Santo Agostinho, Shakespeare, Rousseau, Voltaire, Hegel, Jung, Goethe e tantas outras almas de escol, os gigantes do espírito, os mestres do pensamento universal. Suas obras são repositórios de luz e sabedoria, fontes iluminadas de conhecimento.
Eu bebi a água sagrada desta fonte durante toda minha vida, foi a decisão mais sábia de minha história. Até hoje colho os frutos que semeei no passado e vou continuar a colher até meu último suspiro.
Olhei com grande piedade aquelas infelizes pessoas correndo de cá para lá, ansiosas, estressadas e totalmente alienadas.
Foi assim que percebi o preço terrível que nossa civilização fria, dura e perversa cobra por seus benefícios.
Nossa civilização é um monstro cínico e perverso que explora, engana, usa e abusa de quem deveria proteger e amparar.
Mas não podemos deixar de observar que este monstro não morre devido ao amor de suas próprias vítimas. Elas amam o monstro que as devora, elas são apaixonadas por aquele que as enlouquecem, corrompem e infernizam sua vida.
Agradeço mil vezes a Deus ter aberto meus olhos a esta loucura infame. Onde estaria eu se permanecesse neste caminho?
Minha alma, meu tesouro eterno, teria chafurdado na vala imunda onde gemem, choram e gritam desesperados, presos ao monstro por correntes invisíveis, aqueles e aquelas que perderam-se um dia apaixonados pela fera astuta, perversa e fria.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Incompletude.
“Se as coisas para as quais fomos criados não estão à disposição, o que podemos colocar em seu lugar?”
Thoreau.
Todo ser humano sofre a agonia da incompletude. E por mais estranho que pareça, quanto mais conforto, bem estar e qualidade de vida tem um ser humano, maior é sua sensação de incompletude.
Também quanto mais bondoso, inteligente, culto e sensível for um ser humano, maior será seu sentimento de incompletude. A ignorância, a estupidez e a perversidade jamais sentem a agonia da incompletude, mas também nunca vão colher os frutos divinos oferecidos por Deus a quem souber ler o pergaminho invisível, escrito no fundo de nossa alma com letras cintilantes por Nosso Pai Celestial.
Chega um tempo em nossa história que nosso coração sente o vazio intolerável oculto por trás de tudo.
Somente o cansaço, a experiência dos anos, os achaques, as doenças e tantas outras coisas, companheiras permanentes da velhice, tem poder de arrancar o coração humano de suas ilusões e focá-lo na realidade do espírito.
A velhice, uma criação sábia e poderosa da sabedoria divina, é um anteparo para a alma, onde a solidão forçada
encaminha a alma para si própria.
Muitos se espantam com o que perderam a vida inteira. Muitos lastimam. Outros compreendem o absurdo peso do mundo sobre sua vida. Percebem que a vida inteira sua alma estava acorrentada ao mundo. O mundo escolhia por eles, o mundo ditava suas regras tortas e falsas e eles beijavam as mãos de seu perverso e cruel ditador.
O mundo sobeja estupidez. O mundo ama suas trevas maldosas, inimigas do espírito, avessas à alma eterna.
Quantas gerações e civilizações vieram e partiram em nossa história tão antiga. Uma infinidade de pessoas, nasceram, sofreram e partiram. Sentiram como nós a eterna agonia da incompletude que amarga nossa existência e nunca nos abandona, até quando esmagados por seu peso insuportável, fizermos as pazes com Deus e com o coração e a alma purificados das imundícies perversas do mal, poderemos olhar para dentro de nós sem o veneno da angústia e da vergonha.
Haveremos de encarar a luz de Deus frente a frente. Seremos um cidadão do Universo, amigo do bem, da luz e da verdade.
Compartilharemos o amor divino e nunca mais sofreremos a insuportável e terrível angústia da solidão e da incompletude.
Thoreau.
Todo ser humano sofre a agonia da incompletude. E por mais estranho que pareça, quanto mais conforto, bem estar e qualidade de vida tem um ser humano, maior é sua sensação de incompletude.
Também quanto mais bondoso, inteligente, culto e sensível for um ser humano, maior será seu sentimento de incompletude. A ignorância, a estupidez e a perversidade jamais sentem a agonia da incompletude, mas também nunca vão colher os frutos divinos oferecidos por Deus a quem souber ler o pergaminho invisível, escrito no fundo de nossa alma com letras cintilantes por Nosso Pai Celestial.
Chega um tempo em nossa história que nosso coração sente o vazio intolerável oculto por trás de tudo.
Somente o cansaço, a experiência dos anos, os achaques, as doenças e tantas outras coisas, companheiras permanentes da velhice, tem poder de arrancar o coração humano de suas ilusões e focá-lo na realidade do espírito.
A velhice, uma criação sábia e poderosa da sabedoria divina, é um anteparo para a alma, onde a solidão forçada
encaminha a alma para si própria.
Muitos se espantam com o que perderam a vida inteira. Muitos lastimam. Outros compreendem o absurdo peso do mundo sobre sua vida. Percebem que a vida inteira sua alma estava acorrentada ao mundo. O mundo escolhia por eles, o mundo ditava suas regras tortas e falsas e eles beijavam as mãos de seu perverso e cruel ditador.
O mundo sobeja estupidez. O mundo ama suas trevas maldosas, inimigas do espírito, avessas à alma eterna.
Quantas gerações e civilizações vieram e partiram em nossa história tão antiga. Uma infinidade de pessoas, nasceram, sofreram e partiram. Sentiram como nós a eterna agonia da incompletude que amarga nossa existência e nunca nos abandona, até quando esmagados por seu peso insuportável, fizermos as pazes com Deus e com o coração e a alma purificados das imundícies perversas do mal, poderemos olhar para dentro de nós sem o veneno da angústia e da vergonha.
Haveremos de encarar a luz de Deus frente a frente. Seremos um cidadão do Universo, amigo do bem, da luz e da verdade.
Compartilharemos o amor divino e nunca mais sofreremos a insuportável e terrível angústia da solidão e da incompletude.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Vida e Internet.
Uma das mais poderosas criações da Vida, a internet está revolucionando nossa civilização. Sua esfera de ação está revolvendo nossa civilização de alto a baixo.
Muito além do aspecto tecnológico, a internet está ocasionando uma verdadeira revolução na estrutura social e econômica do milenar edifício político-econômico social de nossa perversa, egoísta e iníqua civilização.
Apesar de ser um instrumento fácil para a criminalidade, o abuso, a violência e principalmente para a futilidade, não podemos deixar de observar o papel precioso que a internet desempenha para a divulgação da informação e o conhecimento, o único tesouro imperecível que podemos carregar conosco para sempre.
Milhões de pessoas se ajudam mutuamente todos os dias, trocando a moeda infinitamente valiosa do conhecimento.
É impressionante o número de pessoas que dispensam tempo, energia e boa vontade para oferecer produtos gratuitos em todo o mundo.
A Vida vai despejar uma abundante colheita de bençãos à bondade destas pessoas. Deus nunca deixa o bem sem recompensa. Estas pessoas abriram seu coração às fontes magníficas da bondade e deram ouvidos à voz sapiente de nosso salvador: “Ajudai-vos uns aos outros.”
É o alicerce da nova civilização do espírito, do amor e da bondade que está sendo edificada sobre a milenar civilização perversa e egoísta, baseada na exploração vergonhosa do próximo, no ódio, preconceito, vaidade e no orgulho.
Os raios luminosos desta nova civilização já despontaram no horizonte. Tudo o que conflita contra sua luz será abolido para sempre de nosso mundo. Esta é a vontade poderosa de Deus, ninguém pode vencê-Lo.
A internet deu um poderoso pontapé na economia do mundo com a criação das moedas virtuais, principalmente o bitcoin. Uma criação poderosa que vai revolucionar a economia do mundo até as bases e vai transformar o panorama econômico do mundo para sempre.
As grandes empresas, os grandes grupos, os grandes bancos do mundo não olham com bons olhos esta transformação, mas é em vão.
A trombeta do destino anunciou a morte próxima de um dos mais fiéis representantes do diabo neste mundo. Um dos maiores servidores do demônio e sua caterva maldita neste inferno: O capitalismo. Produto direto do egoísmo e da perversidade, duas das piores faces do diabo, o capitalismo é o monstro impiedoso, frio, egoísta e perverso que enriqueceu-se e engordou às custas do sofrimento, da exploração desumana e fria daqueles que deveria proteger.
A história não nega. Crianças pequeninas, mulheres, jovens e homens morreram esfaimados, prostrados e doentes sob o tacão de sua exploração impiedosa e perversa.
O monstro egoísta não larga seu bocado com boa vontade. Ele usa de todos os recursos que dispõe, honestos ou não,
para manter seus privilégios egoístas e perversos.
Suas relações escusas com o governo e o poder público em todo o mundo o protegeram durante muito tempo.
Mas o monstro está com os dias contados, sua carantonha maldita será banida do mundo para sempre. Sua perversidade escabrosa vai corroer a si próprio no charco terrível de suas misérias, para onde a inexorável justiça de Deus o enviará para sempre.
E tudo começou com a internet...
Muito além do aspecto tecnológico, a internet está ocasionando uma verdadeira revolução na estrutura social e econômica do milenar edifício político-econômico social de nossa perversa, egoísta e iníqua civilização.
Apesar de ser um instrumento fácil para a criminalidade, o abuso, a violência e principalmente para a futilidade, não podemos deixar de observar o papel precioso que a internet desempenha para a divulgação da informação e o conhecimento, o único tesouro imperecível que podemos carregar conosco para sempre.
Milhões de pessoas se ajudam mutuamente todos os dias, trocando a moeda infinitamente valiosa do conhecimento.
É impressionante o número de pessoas que dispensam tempo, energia e boa vontade para oferecer produtos gratuitos em todo o mundo.
A Vida vai despejar uma abundante colheita de bençãos à bondade destas pessoas. Deus nunca deixa o bem sem recompensa. Estas pessoas abriram seu coração às fontes magníficas da bondade e deram ouvidos à voz sapiente de nosso salvador: “Ajudai-vos uns aos outros.”
É o alicerce da nova civilização do espírito, do amor e da bondade que está sendo edificada sobre a milenar civilização perversa e egoísta, baseada na exploração vergonhosa do próximo, no ódio, preconceito, vaidade e no orgulho.
Os raios luminosos desta nova civilização já despontaram no horizonte. Tudo o que conflita contra sua luz será abolido para sempre de nosso mundo. Esta é a vontade poderosa de Deus, ninguém pode vencê-Lo.
A internet deu um poderoso pontapé na economia do mundo com a criação das moedas virtuais, principalmente o bitcoin. Uma criação poderosa que vai revolucionar a economia do mundo até as bases e vai transformar o panorama econômico do mundo para sempre.
As grandes empresas, os grandes grupos, os grandes bancos do mundo não olham com bons olhos esta transformação, mas é em vão.
A trombeta do destino anunciou a morte próxima de um dos mais fiéis representantes do diabo neste mundo. Um dos maiores servidores do demônio e sua caterva maldita neste inferno: O capitalismo. Produto direto do egoísmo e da perversidade, duas das piores faces do diabo, o capitalismo é o monstro impiedoso, frio, egoísta e perverso que enriqueceu-se e engordou às custas do sofrimento, da exploração desumana e fria daqueles que deveria proteger.
A história não nega. Crianças pequeninas, mulheres, jovens e homens morreram esfaimados, prostrados e doentes sob o tacão de sua exploração impiedosa e perversa.
O monstro egoísta não larga seu bocado com boa vontade. Ele usa de todos os recursos que dispõe, honestos ou não,
para manter seus privilégios egoístas e perversos.
Suas relações escusas com o governo e o poder público em todo o mundo o protegeram durante muito tempo.
Mas o monstro está com os dias contados, sua carantonha maldita será banida do mundo para sempre. Sua perversidade escabrosa vai corroer a si próprio no charco terrível de suas misérias, para onde a inexorável justiça de Deus o enviará para sempre.
E tudo começou com a internet...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
O desapego.
Quão
difícil é a lição do desapego! E no entanto, a vida não ensina
outra coisa momento a momento.
O
tempo passa e escorre entre nossos dedos como areia. Nós parecemos
um boi moroso, circulando calado e cabisbaixo em sua estreita rotina
sufocante, a carregar sua carga pesada na esperança de acumular para
o fim de sua jornada, mas depois, prostrado, doente, triste até o
fundo da alma, ao verificar sua carga, percebe que estava repleta de
ilusões e futilidades vazias.
E o
boi fica a olhar o ar vazio diante de si e abana sua cauda
tristemente…
Pessoas
e coisas, tudo vem e vai, aparece e desaparece em nosso caminho. Um
eterno vai e vem como as ondas do mar.
Fomos
feitos para beijar as andorinhas, mas não para retê-las. Fomos
feitos para aspirar o perfume das rosas, mas não para guardá-lo.
Somos
viajantes, estamos aqui de passagem para outros destinos. Nossa
estadia aqui é passageira, teremos que voltar forçosamente para
nosso destino. Por que atulharmos de coisas que não podemos levar
para lá? Tais coisas só atravancam nossa estadia, causam um peso
inútil e muitas vezes fazem-nos desviar de nosso roteiro, causando
atrasos, paradas intempestivas e um mundo sem fim de tormentos
desnecessários.
Só
quem cultivou o jardim da alma eterna e espalhou em seu caminho as
sementes do conhecimento, do bem, do sacrifício, da luz e da
humildade, poderá ser iluminado com a chama divina que provém do
seio de Deus eternamente ao voltar para seu destino permanente.
O
mundo repete sempre o refrão de sua ilusão demoníaca a todos que
chegam e partem. Ao olhar um cemitério o olhar falso e distorcido do
mundo não enxerga a mais severa advertência do destino, porém
permanece em sua cegueira milenar, mas alguns olham para o céu e
conhecem o caminho para as estrelas. São amigos da solidão, amantes
dos livros e apaixonados pela sabedoria.
Eles
amam o desapego, pois conhecem a tolice de seu convite. Não
palmilham o caminho torto das massas. Não ouvem a voz do momento
ínfimo que passa no perpétuo giro das coisas, mas ouvem o chamado
de Deus que ressoa silencioso e pertinaz dentro de si, convidando à
Sua maravilhosa luz eterna.
Assinar:
Postagens (Atom)