Abençoado quem já se libertou
do cruel costume de alimentar-se das entranhas dos animais. Este é um bárbaro
costume ancestral herdado de épocas bárbaras.
A humanidade já se libertou de
muitos costumes cruéis em sua história, porém este continua a macular
a consciência humana.
Não fica por aí as
consequências de uma escolha tão infeliz. A ignorância e estupidez humana podem
alegar o que quiser em sua perversa cegueira, mas não podem alterar o mínimo
sequer a justiça de Deus. Enquanto a perversidade humana causar sofrimentos
direta ou indiretamente a dor abalará inexoravelmente. O pobre ser humano não
relaciona certas experiências dolorosas com sua inconsequente ação de comer
carne de animais, a inconsequência e maldade encontram logo argumentos astutos
e egoístas para justificar sua perversidade, depois, não sabe por que chora
sob o peso da dor imposta pela
justiça de Deus.
A humanidade pode enlouquecer
de dor, mas a justiça de Deus não mudará, enquanto houver maldade haverá
sofrimento.
Todos os argumentos a favor da
manutenção deste horrível costume são astutos, egoístas e irresponsáveis,
produtos de corações cruéis e inconsequentes.
Certamente as gerações futuras
olharão com repugnância este costume atual, como olhamos com repugnância ao
costume antigo de devorar carne humana...
Nossa necessidade nutritiva
pode ser satisfeita completamente através de alimentos de origem vegetal sem a
necessidade do sangue e dor de nossos irmãos irracionais.
O verdadeiro motivo da
manutenção deste costume na humanidade tem pouco com necessidade
nutritiva, mas muito com o predomínio do mal na alma humana. É o demônio
humano e seu prazer mórbido e perverso a enfeitiçar e enlouquecer a pobre alma
humana...
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