Luz.

Luz.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Morte: um novo parâmetro.

Não afunde sua alma no mar da amargura quando alguém partir ao chamado de Deus.
Nossa morada definitiva é lá, aqui estamos de passagem por um breve momento.
Até que chegue o dia  em que todos os corações do mundo estejam convictos da vida após a morte, muitos sofrerão sob o peso de sua ignorância.
A morte é um fenômeno tão natural como o próprio nascimento. Pessoas morrem a todo o momento no mundo. A morte é um processo utilizado pela sabedoria de Deus para renovação eterna das coisas. Sem a morte não haveria renovação das coisas no mundo, o mundo estaria saturado apenas em algumas gerações.
O medo da morte não passa de um recurso utilizado pela sábia natureza de Deus para a preservação do indivíduo; pois o ser humano está sujeito a uma infinidade de acidentes que podem afetá-lo duramente. Por isto Deus criou o instinto de conservação, uma garantia para que o ser humano suporte as provações da vida até o seu tempo final.
Mas o medo da morte está também relacionado às causas profundas, vinculado a mistérios ocultos a sete chaves, revelado apenas às almas eleitas.
A maioria de nós no momento não merece compreender estas coisas; ela tem que se contentar com sua ignorância até o dia que Deus a ilumina com sua luz eterna.
A humanidade ainda terá que suportar suas trevas por um bom tempo, assim determina a justiça de Deus. Mas, Deus é mais amor do que justiça. Sua bondade infinita está acima de nossa miséria. Seu amor misericordioso cobre nossas trevas. Mesmo a mais vil e perversa criatura do mundo não está isenta de Sua misericórdia.
Esta misericórdia é a tábua de salvação para nossa miséria. É a ela que depositamos nossa esperança no momento mais solene de nossa existência.
O além é nossa morada definitiva, não choremos por ter chegado o momento da partida de alguém para a casa. Nosso dia também vai chegar, aí encontraremos quem partiu antes deixando em nosso coração o vazio da saudade.